FacebookTwitterYoutubeBlogger

Glaucoma não tem cura, mas tem tratamento

O tratamento padrão do glaucoma sempre foi, e ainda é, controlar a pressão intraocular, a maior responsável por lesar o nervo óptico. No caso dos míopes, o próprio formato de seus globos oculares favorece a compressão do nervo óptico.

Quando a miopia passa dos 6 graus é essencial realizar uma consulta preventiva anualmente. Pessoas com mais de 40 anos e histórico familiar de glaucoma também fazem parte do grupo que não pode faltar nessa visita.

A hipotensão arterial noturna é outra causa do glaucoma que precisa ser investigada. Esse é um novo e importantíssimo fator de risco, que acomete principalmente mulheres e descendentes de asiáticos.

A apneia, caracterizada por roncos e pausas na respiração, foi identificada como outro potencial causador de glaucoma em um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de São Paulo, em Botucatu, no interior do estado.

Entre as atitudes que estão ao nosso alcance para fugir da cegueira, uma das mais essenciais é evitar a automedicação. O uso indiscriminado de colírios com corticoides, prescritos para tirar a vermelhidão ocular, aumenta a probabilidade de desenvolver o glaucoma.

Uma vez diagnosticado o quadro, a abordagem médica visa impedir que a lesão progrida.