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Diagnóstico precoce do glaucoma pode evitar cegueira

Tudo o que vemos ao nosso redor está sendo transmitido para nosso cérebro, ao vivo, o tempo inteiro. Mas o processo para transformar a luz em informação visual começa na córnea, passa por todo o globo ocular e chega até o nervo óptico. Suas fibrassão as responsáveis por levar essa informação para o cérebro.

Quando, por algum motivo, a pressão do olho aumenta, quem sofre primeiro é justamente o nervo óptico. Esse aumento de pressão vai danificando suas fibras. Com a oxigenação ruim, as células vão morrendo, e fibra nervosa não se regenera. Temos então um caso de glaucoma, doença que atinge um milhão de brasileiros de todas as idades, e é uma das causas mais comuns de cegueira irreversível, de acordo com a Sociedade Brasileira de Glaucoma.

Estatisticamente, observa-se que o glaucoma é mais comum em pessoas negras, diabéticas e hipertensas. O glaucoma é assintomático, ou seja, sem sintomas. Se o paciente tem queixas, é possível que ele já esteja com boa parte do nervo óptico destruído. Por isso a importância das visitas frequentes ao oftalmologista.

Atualmente, nas consultas regulares, o oftalmologista mede a pressão do olho, examina o nervo óptico, verifica se está com sinais de destruição. Essa rotina é essencial para a descoberta precoce do glaucoma e o tratamento, que pode parar a evolução da doença por longos períodos de tempo, mantendo a qualidade de visão e de vida em padrões normais.